Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007
Visitem este barbeiro!

Nunca tinha ido a um musical.

É verdade, e não há como escondê-lo.

Apenas porque nunca me tinha ocorrido tal ideia, e talvez porque um musical não tinha, para mim, uma imagem apelativa.

Bolas, sempre me fizeram associar musicais a espectáculos com senhoras de voz muito aguda e personagens pela Disney pelo meio!

 

(Sim, eu sei que estou enganado. Mas, bolas, era a imagem que eu tinha, não a posso esconder agora!)

 

Acontece que esta semana a imagem que eu tinha dos musicais em geral mudou.

Tudo isto porque dei por mim no Teatro Aberto, a ver o musical "Sweeney Todd - O Terrível Barbeiro de Fleet Street".

E, confesso: Gostei muito!

 

Não conhecia a história de Sweeney Todd.

E gostei.

 

É um espectáculo bem giro, com vozes conhecidas, como Carlos Guilherme ou até mesmo Songoku... Perdão! Henrique Feist!

Aliás, este musical permite-nos ouvir Henrique Feist a falar de um homem mau outra vez! Ele certamente já não o fazia desde que, no DraggonBall Z, o Cell visitou a terra...

 

(Calma. O Cell não era um homem! Adiante.)

 

Aconselho-vos a todos, caros leitores, a ir ver este musical.

 

(Bolas, este artigo parece que foi pago!)

 

Sim, caros leitores! Aconselho-vos aos três a irem ver este musical!


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: De barba feita.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Interpol - Pace is the Trick


Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
A chama da sedução.

Ir ao hipermercado é sempre uma emoção.

"Qual será o preço louco do corredor ao lado deste?"

"Será que o leite meio gordo está em conta?"

"Bolas, nunca sei em que secção se encontram os cotonetes!"

 

Estas são as questões que geralmente nos invadem a mente na hora de ir ao hipermercado.

Convenhamos: a ida ao hipermercado quer-se com tempo, para ver se não nos esquecemos de nada essencial, e ainda para vermos se o hipermercado não tem lá mais nada que nos possa dar jeito em casa.

 

Mas ir ao hipermercado pode ser uma aventura também.

Que digam os clientes de um K-Mart algures no famoso OC, na Florida. (Vejam a notícia, vejam!)

E isto porque um dos clientes deste K-Mart terá, supostamente, ateado fogo à lingerie que se encontrava à venda.

 

Mas... Porquê a lingerie? Será que alguém tem alguma coisa contra a lingerie?

Uma coisa é certa: depois desta notícia, a expressão "Anda a minha casa... Vou-te incendiar essa lingerie!" ganha todo um novo significado, menos simbólico e bem mais visual.

 

(Já alguém tinha usado a expressão "Vou incendiar-te essa lingerie!" ? Não? Bolas, é tão linear! "Ah e tal, a fricção entre nós vai deixar essa lingerie em chamas!"... Não? É por isso que a natalidade em Portugal anda tão em baixo, caramba!)

 

Haviam tantas zonas onde iniciar um incêndio num hipermercado, mas não. Este incendiário decidiu começar a coisa na secção de lingerie.

Mal pensado.

Porque assim os bombeiros aparecem logo e apagam a coisa.

Se o incendiário em questão tem colocado a arder a secção de queijos franceses, o hipermercado ficava embutido daquele cheiro a queijo intenso e os bombeiros não conseguiriam entrar na superfície comercial a fim de apagar o fogo!

 

Não quero com isto dar ideias a possíveis incendiários que me leiam. Com a breca, ainda gosto de me sentir seguro nos hipermercados!

Mas parece-me estúpido que um incendiário tenha achado que, iniciando o fogo na secção de lingerie, todo o hipermercado passaria à história!

 

O motivo que levou esta pessoa a incendiar a secção de lingerie deste K-Mart é que poderá estar ainda por dissecar.

Como tal, eu avanço uma hipótese:

Aposto que esta pessoa encontrou a Lili Caneças na secção de lingerie, a escolher uma peça nova para a sua colecção!

"Não, Lili, não faça isso! A lingerie é tão gira, não lhe dê tão cruel aplicação!"

 

Daí à ameaça de incêndio, é um pulinho.

 

P.S.: Agora que ilustrei um artigo meu com uma fotografia de uma modelo bem interessante, vai ser engraçado ver os comentários de homens rebarbados a este artigo.

Ou então não.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Em plena segunda-feira.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Franz Ferdinand - Auf Achse


Uma bebida que vem dentro de um objecto com forma fálica... Pode ser um orgulho hetero?

Quem me conhece sabe disto: Eu não consumo bebidas alcoólicas.

Não é por causa de um possível trauma.

Não é por más histórias passadas.

Não.

É um princípio apenas.

 

Não consumir álcool dito assim de forma genérica engloba todas as bebidas alcoólicas.

E é verdade: Eu não consumo qualquer tipo de bebida alcoólica.

Ora, tendo em conta isto, como devo eu olhar para esta campanha da cerveja Tagus?

 

(Peço desculpa pela imagem de baixa resolução, mas os tipos da Tagus não conseguem disponibilizar uma imagem melhor. Acho que se olharem para a imagem num estado alcoolizado conseguem ver bem...)

 

Eu não tenho nenhum síndrome de perseguição.

Nem acho que o mundo está contra mim.

Mas é impressão minha ou esta campanha, dado que eu só bebo água e sumos, está a apelidar-me de gay?

 

A Tagus não está a ir pelo bom caminho, claramente.

Só e apenas porque está a avaliar as tendências sexuais com base no que as pessoas bebem.

 

Ora, eu não percebo nada de cervejas. E como tal, andei a informar-me.

E muitas das pessoas com quem falei disseram-me:

"Ah, isso a Tagus... A Tagus é fraquinha! É uma cerveja para maricas!"

Então se a Tagus é uma cerveja de maricas... Eles com esta campanha não estão a afastar os seus consumidores principais?

Mal jogado, Tagus, mal jogado.

 

Mas esta ideia de "homem que é homem bebe cerveja!" tem muito que se diga...

Eu não me atrevo a dizer o contrário, tipo "homem que é homem não bebe cerveja!", porque isso seria uma generalização abusiva.

Mas deixem que vos diga que já vi o José Castelo Branco a beber cerveja...

 

E agora, seus homens de barba rija que só bebem cerveja... Ainda têm orgulho hetero quando seguram a vossa Tagus?

Pois olhem que eu tenho muito orgulho hetero quando bebo o meu fiel Sumol Néctar.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Hetero.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Correcto - Joni


Terça-feira, 20 de Novembro de 2007
De onde vem este aperitivo?
Lembro de, nos meus tempos de infância, as pessoas de Vila de Rei dizerem-me:
É sempre bom saberes como são as coisas. Olha que em Lisboa há pessoas que acham que o feijão nasce dentro das latas dos supermercados!
É verdade, diziam-me isto. E eu perguntava depois:
Então e como é que eu fui feito?
Vá, há coisas que não precisas de saber…”, diziam.
Mas voltando à ideia inicial… Foi nesse momento que eu me apercebi desta guerra psicológica que existe entre o meio rural e a cidade.
 “meninos da cidadevs. “homens do campo
Devo dizer que acho esse conceito uma parvoíce.
(E digo-o sinceramente. Não pensem que é por me dar com imensa gente de Lisboa, com porte físico maior que o meu, e que me poderiam agredir no caso de eu dizer o contrário. Não é isso. Eu até gosto de violência!)
Mas acho uma parvoíce, a sério.
Bolas: Toda a gente sabe que o feijão é um fruto que nasce numa planta, dentro de umas vagens, e que depois de retirado dessas vagens é seco!
E se houver quem não saiba, tanto existem na cidade como no campo!
Bolas, Dias, és um falso! Estás a dizer isso por simpatia… Para ver se algum amigo teu te paga um almoço um dia destes!
Não. Devo no entanto dizer que seria um orgulho para mim ter um almoço à borla num sítio de requinte por causa de um artigo deste blog.
Seria o sentimento de dever cumprido.
Mas a sério: esta teoria é estúpida, e eu sou a prova de que ela é estúpida!
E é estúpida porquê? Porque há bocado dei por mim a pensar:
De onde vem o caju?
Calma!
Não era suposto eu, sendo de Vila de Rei, saber a origem de todos os frutos e aperitivos que existem no nosso mundo? Não era isso que me diziam quando eu era pequeno?
Então porque é que não me ensinaram de onde vinha o caju?
Para mim, o caju é um feijão assim mais esticado que adormeceu enrolado no meio do sal!
Se eu não apanhei a pronúncia de Vila de Rei nem sei de onde vem o caju… Será que me valeu a pena nascer em Vila de Rei?
Não valeu a pena. Vá, ainda aprendi umas coisas… Mas não o suficiente para que, quando for velho e tiver os meus netos, lhes dizer:
Olhem, meninos: aprendam estas coisas aqui com o avô porque em Lisboa há quem pense que o caju nasce dentro dos saquinhos do supermercado.
Não. Eu não poderei dizer isso. Porque, apesar de ser bom saber como são as coisas, nós não conseguimos saber tudo.
Mas há uma coisa que eu sei sobre o caju: sabe bem no aperitivo, acompanhado por um sumo de laranja!
Há quem prefira Martini.
Eu não. Eu nego isso.
Quando vou a um jantar qualquer, o meu Martini é sempre o mesmo.
O empregado pergunta “Marti?”. “Ni.”, respondo eu.
E peço um sumo de laranja.

há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Ignorante.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Editors - The Racing Rats


O meu "Socialmente Correcto".
É sempre simpático respeitar as tão conhecidas “regras de boa educação”.
Parece estranho eu dizer isto, dado o meu particular fascínio pelo ridículo que circunda a tão conhecida Paula Bobone, mas é verdade. Toda a boa educação sem roçar os tiques de tia de Cascais é, a meu ver, bem-vinda.
E eu acho que este princípio é universal. Por muito rebeldes que queiramos parecer, acabamos sempre por agradecer à vizinha de cima por ter mantido a porta do prédio aberta até nós sairmos.
Mesmo que a vizinha tenha um cão e que esse cão passe a noite toda a fazer barulho.
Agradecer um gesto de simpatia é tão natural como a sua sede.
No entanto, há uma corrente de “simpatia falsa” que anda aí à solta.
Ainda hoje, depois de aguentar a porta do elevador aberta para deixar dois senhores entrar, deparei-me com essa corrente.
Digam-me, caros leitores, se não existe uma ligeira diferença entre aquelas pessoas que nos dizem simplesmente:
Obrigado.
E as que dizem:
Obrigado, sim?
?
Existe, não existe?
A primeira diz, sincera e objectivamente, “Obrigado por ter sido simpático comigo sem eu o conhecer de lado nenhum”, enquanto que a segunda parece dizer-nos de forma rebuscada:
Olhe, eu não o conheço de lado nenhum e devo dizer-lhe que reparei no seu gesto simpático. Como tal, endereço-lhe o meu obrigado. Ouviu? Eu agradeci-lhe! Não fique com a sensação que lhe fiquei a dever alguma coisa, está bem?
Eu sei. Sou um picuinhas.
Mas, bolas: A presença daquele “Sim?” a seguir ao “Obrigado” dá-me as voltas à cabeça!
Como tal, e se por acaso alguma das pessoas que ler este artigo tiver por hábito dizer “Obrigado, sim?”, peço-lhe enternecidamente:
Deixe de agradecer dessa forma.
Diga apenas “obrigado”.
Obrigado.

há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Agradecido.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Kasabian - Shoot the Runner


'sussure alguma coisa ao ouvido do Dias:

'se quer saber onde raio anda o tal artigo que ouviu falar, procure aqui:
 
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'apesar de frequentarem blogs muito maus, o Dias sugere-vos estes:
'coisas muito mal escritas, mas bastante recentes

' Sem título.

' E se eu não tivesse tempo...

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' Adorar vacas pode, afinal...

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' Não leia isto para bebés.

' Levante o pé.

' Contem-me uma melhor.

' Alto e pára o baile!

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