Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008
Relatório de viagem: Oriente - Alferrarede

Escrevo, pela primeira vez, um artigo em papel.

Coisa gira, esta.

Mais idiota ainda se pensarmos que vou ter de transcrever isto em computador.

 

Ainda assim, escrevo porque o momento é oportuno: estou no comboio.

E andar de comboio, convenhamos, é um bocado secante.

Porque não há nada para fazer.

 

Andar de comboio é como o futebol: há vários escalões.

Desde os campeonatos locais, que na CP significam "Suburbanos", até à SuperLiga, aqui conhecida como "Alfa-Pendular", a analogia entre a rede ferroviária e o futebol será sempre bem conseguida.

Senão reparem nesta bela analogia:

Nos comboios, nós não temos acesso directo à Liga dos Campeões! Não!

Porque a Liga dos Campeões é o TGV!

 

Encontro-me, portanto, num Regional. E, tal como no futebol, também nestes regionais há coisas peculiares.

Porque é que raio as pessoas vão a conversar num determinado tom e, quando dizem algo mais obscuro, falam mais baixinho?

"Ah, o Pereira arranjou lá um esquemazinho, pá... sem recibos e tal... não há fisco que o agarre!"

Para quê dizer baixinho? Eu nem conheço o Pereira!

O Pereira de Vila de Rei será diferente do Pereira da Barquinha, caros passageiros do comboio que falam em constantes sussuros!

 

Eu acho que os portugueses falam em baixo tom, não para esconder a conversa dos outros, mas sim para cativar a atenção deles!

Porque, sejamos sinceros, nós somos todos uns curiosos! Todos!

Se uma senhora gritar em voz alta no comboio: "A Esmeralda traíu o Francisco com o padeiro!"

Toda a gente reclama: "Epá, fale baixo que eu vou aqui a fazer tricot!"

Mas se a mesma senhora sussurrar isso, toda a gente irá afinar o seu ouvidinho para conseguir ouvir tal fofoquice...

 

Mas esta história da curiosidade é real!

O nosso primeiro-ministro é tão curioso acerca dos restaurantes e bares que até criou a ASAE, amigos!

 

No entanto, a curiosidade às vezes é boa. Porque traz com ela uma dose de saudável preocupação.

Quando o Correio da Manhã diz ao país que José Castelo Branco vai fazer um musical, isso não é cusquice... É preocupação! E é com os nossos ouvidos!

 

Num Intercidades (Sim, caros leitores, esta conversa começou com os comboios...) nada disto acontece.

Não há conversas em baixo tom.

Apenas pessoas a pensar na vida, no trabalho e no que fará no dia seguinte.

E, olhando para a produtividade do nosso país, muita gente anda de Intercidades todos os dias, sempre a pensar no que fará amanhã, e sempre sem concluir nada.

 

Abaixo com os Intercidades que a classe trabalhadora, que fala em baixo tom, está toda nos Regionais!


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Regional.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Josh Rouse - Ugly Stories


Caro Confrade.

Pacheco Pereira tem um blog há quatro anos e meio.

Eu, por sinal, alimento o meu há pouco mais de três anos.

Mas em três anos, já escrevi sobre variados assuntos, assuntos aos quais, em setenta por cento dos casos, é possível associar a figura de José Castelo Branco...

 

E um dos assuntos que mais gostei de escrever foi o assunto das confrarias.

(O link para relerem o artigo está aqui, caros leitores.)

Mas, convenhamos, escrevi sobre esse assunto há dois anos, numa fase em que o cuidado pela minha escrita era pouco...

 

Hoje, ao abrir a minha caixa de correio, reparo num singelo comentário a esse artigo, endereçado por um senhor de nome Filipe Fernandes.

 

O senhor Filipe Fernandes deu-se ao trabalho de deixar um comentário à minha opinião. E ainda bem que o fez. Que todos o fizessem!

O que diz então Filipe Fernandes? Ele começa desta forma...

"As confrarias são grupos de pessoas que têm em comum o prazer que retiram de apreciar determinado prato ou bebida e que pretendem preservar a sua tradição e partilhá-la com outros."

Correcto. Se leu bem o meu artigo, deve ter visto que expressei esta ideia entre as diversas observações que fiz...

Mas vejamos o que diz Filipe Fernandes a seguir:

"Acredito que o conceito pareça insólito a pessoas movidas a bife com batatas fritas e comida de restaurante chinês..."

E é aqui que Filipe Fernandes decide, de forma sombria e bem rebuscada, apelidar-me de "pessoa movida a bife com batatas fritas e comida de restaurante chinês".

Calha bem que eu até repudio a batata frita e, por sinal, nunca comi num restaurante chinês.

Pelo contrário, é comum comer à refeição pratos bem típicos, tais como maranho, bucho recheado, enchidos da região centro, cozido à portuguesa... Enfim, toda uma panóplia de pratos que não têm como acompanhamento a batata frita!

Parece-me que o que acontece, caro Filipe Fernandes, é precisamente o contrário: As "pessoas movidas a bife com batatas fritas e comida de restaurante chinês" é que apoiam estas confrarias, porque as suas refeições casuais são aquilo a que alguém tão pomposamente chamou de "junk food".

E eu nem tenho nada contra isso! Eu também pratico desporto nos tempos livres porque não é muito correcto fazer jogging na viagem para a faculdade!

(O cheiro a suor nos anfiteatros afastaria muitas meninas, e isso não é conveniente.)

O que o senhor não pode fazer é chamar-me de "pessoa movida a bife com batatas fritas e comida de restaurante chinês"! Está a falar com a pessoa errada, caro Filipe.

Depois disto, Filipe Fernandes deixa dois reparos ao meu artigo.

"a Confraria dos Aromas é uma loja de vinhos e não uma confraria própriamente dita (nem tudo o que vem ao Google é peixe)"

Se há coisa que eu nunca quis que o meu blog tivesse, essa coisa chama-se "rigor científico".

Se é uma sociedade de promoção de vinhos ou se é uma loja onde eles se vendem, o meu rigor não chega a tanto...

Mas se bem reparou, no artigo de há dois anos expliquei o procedimento que recorri até obter esses resultados (A apresentação do procedimento é sempre um bom momento de rigor).

O facto de não ter filtrado os resultados é uma falha grave da minha parte, de facto.

Talvez por causa disso não tenha enverdado pela vertente de investigação, no mundo das ciências...

E, por fim, o segundo reparo de Filipe Fernandes:

"dizer "tipo" antes de cada frase é um mau vício de expressão, mas escrevê-lo é ainda pior...."

Tem razão.

Há coisas que eu escrevi no início do blog que hoje em dia só me apetece editá-las e colocar num português do qual eu me orgulhe. E com menos pontos de exclamação.

A utilização do "tipo" na oralidade ou na escrita facilita imenso o trabalho (Não vou sequer pesquisar os últimos artigos, mas penso que ainda hoje recorro a esse estratagema para tornar mais claro o discurso), mas deixa uma marca pouco clássica no discurso.

Como tal, e à semelhança de outras tentativas pessoais de melhoramento dos meus artigos, vou tentar não recorrer ao "tipo"...

Mas, já agora, caro Filipe Fernandes: A utilização do "tipo" está cada vez mais em voga!

De hoje para amanhã tornar-se-á moda, e daqui a quarenta anos já estará a desaparecer outra vez...

Vai uma aposta que daqui a quarenta anos haverá alguém a lembrar-se de criar a "Confraria do Tipo"?


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Confrade
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Em silêncio. É giro escrever assim!


Sábado, 26 de Janeiro de 2008
Defina "emergência".

Favaios, essa terra rica em moscatel, está nas luzes da ribalta.

Tudo isto por causa de umas chamadas telefónicas de comunicação de emergência médica entre a Corporação dos Bombeiros Voluntários de Favaios e a central do INEM.

Todos nós vimos a reportagem na televisão (Não viste? Vê aqui então!) e, apesar do caso ser sério, todos nós sentimos um bichinho cá dentro a sussurrar-nos "Viva Portugal!".

Porque estes telefonemas são o espelho de Portugal!

 

É impressão minha ou nas corporações de bombeiros voluntários (Olha, já não escrevi com maiúsculas...) de Favaios e Alijó, a malta dorme durante a noite?

Estão no seu direito, é certo... Mas... Sozinhos?

 

É nisto que Portugal se notabiliza, de facto: A fuga ao mito.

Sempre existiu o mito das corporações de bombeiros!

O mito de que aquilo é a festa da mangueira, com tantos homens em tão pequenas camaratas...

 

No entanto, como mito que é, não é lá muito credível.

Mas nós, portugueses, insistimos em mostrar ao mundo que ele não é credível!

Como é que mostramos isso? Simples!

"Epá, dormir lá no quartel com mais homens não... Sozinho ainda fico!"

"Porreiro, pá! Assim sempre vou dormir a casa com a minha mulher..."

 

(Reparem na utilização do "Porreiro, pá!" ali em cima! A avaliar pelo tipo de discurso do senhor que atendeu em nome dos bombeiros de Favaios, a sua formação deverá ser muito semelhante à do autor da expressão utilizada...)

 

Mas tenho a ligeira esperança de que, quando isto foi decidido numa eventual reunião dos bombeiros voluntários de Favaios, há-de ter havido alguém a questionar-se:

"Então e as emergências nocturnas?"

Ao que, a avaliar pelo que as notícias nos dizem, terá sido respondido com um...

"Esquece lá isso e bebe mais um copo deste belo moscatel cá da freguesia!"

 

É um caso sério, sem dúvida. E merece a nossa maior preocupação!

Mas Correia de Campos comenta de uma forma genial:

"Todos os dias temos quatro mil e tal chamadas... Haver uma ou duas situações destas não é assim tão preocupante..."

Esta reacção fez-me lembrar a de Manuel Abrantes, antigo provedor da Casa Pia, quando questionado sobre os actos de Carlos Silvino... Ainda hoje me lembro da cara do senhor a dizer:

"A Casa Pia tem trezentos e tal funcionários... Haver um ou dois com este tipo de atitudes não é tão grave quanto isso..."

 

Calma lá, em que mundo estamos?

Um provedor de uma instituição como a Casa Pia menospreza a integridade das suas crianças... E agora o Ministro da Saúde menospreza a saúde dos portugueses?

Qualquer dia temos Cavaco Silva a menosprezar os cozinheiros que fazem Bolo Rei...

 

Eu acho é que o nosso Ministro da Saúde é demasiado profissional.

E um bom profissional, sabemos disso, dá tudo pela sua profissão, pelos seus objectivos, no horário de trabalho. Fora dele, até convém pensar noutras coisas, para aliviar o espírito e poder estar apto para o dia seguinte!

Portanto, se querem reclamar junto do Ministro da Saúde acerca das urgências nocturnas, não o façam junto de Correia de Campos... Ele é o Ministro da Saúde diurno!

 

O nocturno ainda está para ser anunciado.

Eu apostava no médico cirurgião José Maria Tallon. Porque esse, deste que se divorciou de Catarina Fortunato de Almeida, que nunca mais teve que fazer durante a noite, em especial com o cinto de fivela que ele usou naquele casamento no Verão de 1999...


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Um caso de emergência.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Albert Hammond Jr. - Back to the 101


Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008
Professora Modesto.

A divulgação da boa culinária tem estado, nos últimos tempos, em crise.

É, pelo menos, esta a minha interpretação.

Longe vão os tempos em que os programas televisivos de culinária eram religiosamente seguidos.

E, atendendo a que até Manuel Luís Goucha teve programas de culinária, parece-me que a qualidade destes nunca foi por aí além...

(Se bem que o "Entre Pratos", de Henrique Sá Pessoa, que passa actualmente na Dois, é bem interessante.)

 

Este é um problema que não é só nosso.

Na verdade, nós até comemos bem...

Já os ingleses, que no próximo Verão vão ficar sem digerir umas derrotas no Euro 2008, não têm tanta sorte.

A pensar nisso, Ed Balls, Secretário do Ensino (Será esta a melhor tradução? Não me soa nada bem... Confiram a notícia na BBC aqui!) quer que se formem rapidamente 800 professores de culinária, para que dentro de algum tempo hajam aulas de culinária no sistema de ensino inglês!

Boa medida, sim senhor!

 

Mas... O que é que se vai aprender numa aula de culinária em Inglaterra?

Fritar umas batatinhas fritas e estrelar um belo ovo?

 

Eu acho que esta é uma boa oportunidade para que as grandes estrelas da cozinha voltem à actividade.

E, na mesma volta, enviávamos para Inglaterra a malta que tem a mania que sabe cozinhar e que não interessa à nação.

Falo, claro está, em personalidades como Manuel Luís Goucha ou Isaltino Morais.

 

Aliás, parece-me que a actividade culinária não é muito susceptível à prática de ilegalidades ou corrupção.

Seria, portanto, interessante ver como Isaltino Morais se iria adaptar a esse, alegadamente, novo ambiente.

(Este "alegadamente" ali no meio é só para facilitar a vida a um eventual advogado de defesa, num caso mais bicudo de acusação à minha pessoa lançado por Morais. Aprendi isto com a selecção grega de futebol: Joga sempre à defesa e hás-de ganhar um dia!)

 

Mas voltando à história das aulas de culinária...

Diz a notícia que os objectivos deste ensino da culinária são o da preparação dos jovens para a vida quotidiana, bem como o combate à má alimentação, tão aliada ao aumento da obesidade nos jovens.

No entanto, já no final da notícia, um dos intervenientes nesta medida observa que já se tem visto alguma coisa feita nesta área da culinária, pois as crianças inglesas já tinham jogos nas suas escolas que passavam pelo desenho gráfico de pizzas, tendo a liberdade de escolher os ingredientes, bem como jogos de desenho de coberturas para bolos.

 

Portanto, para combater a obesidade infantil... Começa-se pela promoção da pizza e dos bolos com cobertura!

Bem pensado, caros súbditos de Elizabeth II.

E eu, para promover o meu espírito de condutor civilizado, vou até ali fora espreitar a circulação na Rotunda do Relógio, 'tá bem?

 

Aulas de culinária são, sem dúvida, uma ideia com pernas para andar.

Já não falta muito para que em todas as casas britânicas hajam especialistas em nouvelle cuisine.

E só quando houver especialistas em nouvelle cuisine em todos os lares é que a obesidade acabará.

Porque mesmo que os ingredientes sejam altamente calóricos, dada a diminuta quantidade que é servida em cada dose de nouvelle cuisine, a malta andará sempre com fome.

E magra, por sinal.

 

(P.S.: A música que irá assinar este artigo começou mesmo no instante em que fiz a última observação à nouvelle cuisine. Coincidência?)


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Fraco cozinheiro.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Toranja - Fome


Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
Boa política?

A notícia é regional e proveniente do sempre competente "Pinhal Digital". (Leiam-na aqui.)

Em traços gerais, a remodelação do sistema nacional de saúde subentende que Vila de Rei, simpática vila de onde sou natural, passará em breve a recorrer ao serviço de urgências do Centro de Saúde da Sertã, em vez do Hospital Distrital de Abrantes, ao qual recorre actualmente.

 

Que esta medida é desprovida de conhecimento sobre a situação em causa, disso não há dúvida.

Nem é preciso explicar porquê. Porque mesmo supondo que a qualidade do serviço prestado no Centro de Saúde da Sertã é igual à do serviço prestado no Hospital Distrital de Abrantes (o que não acontece), é mais rápido ir a Abrantes do que à Sertã, partindo de Vila de Rei.

Até para o mais ignorante cidadão é lógico que Vila de Rei recorra antes ao Hospital de Abrantes. E, se o Governo aparenta ter decidido que a partir de agora recorremos ao Centro de Saúde da Sertã, não é por estar informado concerteza.

 

O que é engraçado de ver é como a concelhia do PSD aborda o tema.

Em vez de pegar num cronómetro e num medidor de oscilações adaptado a uma ambulância e fazer um estudo que demonstre ao Ministério da Saúde que a opção "Abrantes" é claramente superior (Ou então falar apenas do que se passa na realidade no terreno), decide ser reaccionária, afirmando logo como se fosse basilar que o actual governo (e passo a citar) "parece governar contra os portugueses e não, como devia, em prol dos portugueses".

 

É uma frase gira e bem construída, em especial tendo em consideração a existência de uma palavra que acaba com a consoante "L". Mas não é, de todo, uma boa prática política, sob o ponto de vista de obtenção de resultados em prol dos munícipes.

Atacar desta forma o Governo, quando na verdade o que se passa (porque é exageradamente lógico) é apenas uma falta de informação adicional, trata-se de uma jogada perversa de uma eficaz e bem actual postura política, a tal em que 80% dos portugueses não acreditam.

(Os outros 20% são os que têm interesses envolvidos.)

 

A concelhia do PSD de Vila de Rei (Que em muitos quadrantes se confunde com o próprio executivo camarário) opta por supor que quem tomou esta medida por parte do Governo conhece a tão sinuosa estrada de ligação entre Vila de Rei e Sertã, bem como a recente e relativamente equilibrada variante da EN2 entre Vila de Rei e Abrantes.

E, com base nisso, promove-se junto da comunidade eleitoral vilarregense, demonstrando-se reaccionária e passando para os mais leigos a ideia de que "estes senhores debatem-se a sério pelas nossas gentes!".

 

E, na mesma virada, decide atacar o Governo, pois a sua cor política é o laranja, a mesma que está na oposição actualmente.

E é aqui que a segunda jogada perversa ocorre. Quem é que usa a sua dignidade e boa imagem para patrocinar uma campanha a favor de Luís Filipe Menezes para governar Portugal?

 

Afinal a política autárquica não é tão local quanto se pensa...


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Atascado de propano.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Andy Mckee - Building a Memory


'sussure alguma coisa ao ouvido do Dias:

'se quer saber onde raio anda o tal artigo que ouviu falar, procure aqui:
 
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