Domingo, 30 de Março de 2008
Nem o Criador se lembrou desta!

A genética, meus amigos, é coisa para ser gira. Quando a dominarmos por completo, vamos poder encomendar filhos com as características físicas que desejamos. Nessa altura, o mundo será composto apenas por Brads Pitt e Angelinas Jolie.

 

Até lá, resta-nos experimentar coisas novas no mundo da genética.

Cruzamentos de espécies diferentes, por exemplo! Há tanto tempo que isso nos intriga... Não é?

E enquanto cientistas e cientistas se debruçam sobre esta temática em laboratório, os agricultores mais velhos riem-se, pois já praticam a reprodução cruzada há uns bons séculos...

Mulas? São filhas de um burro e uma égua!

E a mula, parece-me, é de facto genial. Porque tem a força de um cavalo e a inteligência de um burro.

Quem é que se lembrou deste cruzamento de espécies?

Se ele se tivesse lembrado de clonar ovelhas, hoje em dia a Dolly não era notícia.

 

Ora, a lutar pela evolução científica, como todos nós sabemos, estão os japoneses.

Porquê? Não sei... Mas aposto que José Gameiro diria que a culpa é do meio onde eles se encontram integrados.

Eu confesso que não sabia deste empenho dos japoneses... Na verdade, pensava que no Japão só se fabricavam Hondas.

Viria a surpreender-me esta notícia, que encontrei há já algum tempo no "The Sydney Morning Herald". (Desta vez coloquei a hiperligação no texto corrido... Mas para quê, se afinal nem costumam ler as notícias de que vos falo?)

 

Se o estimado leitor deu uma espreitadela à notícia, já sabe do que vou falar.

Se não a leu, está à espera que eu diga. E como eu gosto de fazer os outros esperarem...

Quantas horas são? Sabe?

Bom, vamos então à notícia...

 

O Japão, país que continua sem escrúpulos a caçar baleias, levou a cabo várias experiências bizarras nos últimos dezoito anos, envolvendo baleias.

"Experiências bizarras, caro Miguel Dias?"

(Se alguém me tratar por "caro" dou-me por feliz.)

Sim, caro leitor. Coisas como tentar a reprodução cruzada entre baleias e vacas ou baleias e porcos!

 

Mas... Quem é que tenta cruzar baleias com vacas?

Será que os japoneses querem inserir no mercado um queijo fundido da marca "A Baleia Que Ri"?

 

Estas foram, sem dúvida, experiências loucas. E foram recentemente dadas a conhecer ao público em geral pois foram divulgados os relatórios destas experiências!

Se há coisa que eu gostava de ler eram estes relatórios. Porque, a julgar pela inteligência de quem pensou em cruzar baleias com vacas, isto poderá estar lá escrito:

"Procedimento: Colocou-se uma baleia macho e uma vaca fêmea no mesmo espaço e observou-se o comportamento.

Resultado: Não aconteceu nada.

Conclusão: A baleia macho não demonstrou qualquer interesse sexual pela vaca fêmea. Logo a baleia macho é gay. É necessário repetir o procedimento com uma baleia que se saiba que é heterossexual."

 

É sábio, sem dúvida.

A pergunta que eu lanço é: quem é que se lembrou de cruzar baleias com vacas? Com que objectivo?

Eu, pessoalmente, acho que se isto fosse possível, o resultado entre o cruzamento de vacas com baleias deveria dar uma espécie de Paris Hilton, só que mais aquática.

Com umas barbatanas, vá.

 

Então e porque é que eles não tentaram outros cruzamentos, como...

Gatos com cães?

Cavalos com baratas?

Eu até dou largas à imaginação e proponho mais!

Porque não tentar cruzar seres humanos com cannabis?

Ah, não... Isso já foi feito.

E o resultado foi Bob Marley.

P.S.: Eu sei que na imagem que ilustra este artigo aparece um golfinho e não uma baleia. Não obstante, achei a imagem tão peculiar que não resisti a colocá-la aqui!

 


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: um cruzamento entre humanos.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Strokes - Hard to Explain


Quinta-feira, 27 de Março de 2008
Depois disto, eles hão-de dizer que quem precisa de psiquiatra sou eu.

Geralmente, tenho como cuidado especial respeitar as pessoas que trabalham.

E respeito porque sinto que quem trabalha não merece ser vítima da piada fácil e rápida.

Porque quem trabalha, no fundo, trabalha e ponto final. Não deve ser gozada.

Daí que goste de achincalhar o nosso Ministro da Economia.

(Não quero dizer que ele não trabalhe... Mas se ele trabalhar a escrever os seus discursos,então está a trabalhar em prol da comédia.)

 

No entanto, há uma área profissional que me intriga na sua essência: a área da psiquiatria.

Não pensem que eu acho os psiquiatras uns inúteis à sociedade.

Eu não acho. Antes pelo contrário, tenho uma certeza inabalável quanto a isto!

 

Acalmem-se, caros leitores, porque eu não tenho por hábito afirmar coisas sem qualquer fundamento. Passo a explicar...

A meu ver, as pessoas úteis à sociedade podem-no ser de diversas formas: ou produzindo algo palpável e que os outros cidadãos usem; ou desempenhando papéis de gestão e coordenação de pessoas e bens, tendo como objectivo a melhoria da qualidade de vida; ou então descobrindo coisas novas, inovadoras!

(Há, obviamente, mais classes de pessoas úteis à sociedade... Não obstante, por muito que procurem, em nenhuma delas se encaixa o psiquiatra.)

 

Ora, já repararam bem no que o psiquiatra faz?

Eu respondo: Nada.

Ele ouve, tudo bem. Ele compreende, sim senhor. Ele debruça-se sobre os problemas, não haja dúvida.

Mas no final, a resposta é sempre a mesma:

"A culpa de tal comportamento é do meio em que essa pessoa se encontra inserida, e não propriamente dela. Ela é o espelho do meio onde nasceu, e não pode ser culpabilizada por isso."

Se é para dar sempre a mesma resposta, dêem-me o diploma e eu vou para a SIC debater o problema da violência nas escolas!

 

E esta resposta, não duvidem, é a que eles dão a todos os problemas. Todos.

Então e Sócrates, que nasceu num meio tão honesto e trabalhador... Como é que explicam o que ele alegadamente é agora?

(Nada como usar um "alegadamente" de vez em quando para jogar à defesa...)

 

Os psiquiatras acabam sempre a dizer o mesmo!

"Este senhor é um serial killer... Mas a culpa não é dele! Ele teve uma infância difícil e triste, coitado... Temos que o apoiar e integrar na sociedade!"

"Este jovem assalta estudantes à saída da sua faculdade... Mas coitado, ele vive num meio muito complicado! Temos que o integrar na sociedade..."

"Esta menina bateu na professora porque ela lhe tirou o telemóvel! Mas, coitada, é a educação que teve... Temos que a apoiar e integrar na sociedade!"

 

Eu não costumo acordar com vontade de dizer mal de ninguém. E hoje, por sinal, cumpri o que habitualmente se verifica. No entanto, ao ver o debate no Jornal da Noite da SIC sobre o caso da menina, da professora e do telemóvel (Há alguém que não saiba do que estou a falar?), fiquei com este bichinho nas entranhas.

Não quero culpar José Gameiro, o psiquiatra que estava neste debate.

Não. A culpa não é dele. É do meio onde ele cresceu e, especialmente, o meio onde ele se formou. Onde ele aprendeu, no fundo, a ser psiquiatra.

 

Peço desculpa, mas... Se o país fosse gerido por psiquiatras, as prisões estariam vazias e os criminosos deste país passavam as tardes no sofá da TVI, a desabafar com a Júlia Pinheiro!

É mesmo esta a ideia, caros psiquiatras?

 

Eu compreendo a história do meio onde os criminosos/marginais vivem...

Mas...

Só por isso, ficam desculpados de todas as coisas más que fazem por aí?

 

Bolas, porque é que eu não nasci no Casal Ventoso... Assim podia assaltar carros à vontade! Ou, pelo menos, o carro de José Gameiro. Ele compreenderia.

Malvada boa educação, caramba.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: inútil, tal como a psiquiatria
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Editors - The Racing Rats


Quarta-feira, 26 de Março de 2008
Espaço?

Comoseriaanossavidasemabarradeespaços?

Éestaaquestãoquevosdeixo...Conseguiríamosnóspercebertudooqueescrevemos?

Equandoescrevemos...Seráqueconseguimosfazê-losemlevarospolegaresàquelabarrinhatãoutilquesestáaliembaixo?

(Aestarespondoeu:não.Jálácarregueiváriasvezes,mesmoinvoluntariamente,dadoohábitonaturalque,talcomotodasaspessoas,jáganhei.)

Averdadeestáqui,àfrentedosvossosolhos:émuitomaisdifícillersemabarradeespaços.

Autilizaçãodo"Enter"paradestacarosparágrafosaindadájeito.

Não

obstante,

usá-la

para

separar

todas

as

palavras

daria

origem

a

artigos

visualmente

pouco

atraentes.

Lançoentãooutraquestão:oqueémenosatraente:umtextoemcolunaouumasequênciadecaracteressemqualquerespacamentoentreeles?

Nãosei...

 

Nota:Reparoqueesteblogtendeparaaestupideznaturaldeumaformaassustadora.

Nasemanapassadadeipormimaescreveraocontrário.Hojedecidinãousarabarradeespaços.

Pensempositivo:semetivesselembradodefazerasduascoisasaomesmotempo,erabempior.

 

Dêem-meespaço!


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Estupidamenteparvo
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: DrivebyArgument-TheSegaMethod


Terça-feira, 25 de Março de 2008
Ironia obesa!

Uma das características que facilmente se atribui ao escritor de blog é, sem dúvida, o facto de ser gordo.

(Pode ser mentira. Aliás, nem tem grande sentido este estereótipo que acabei de apresentar. Mas, bolas, dava-me jeito iniciar o artigo com esta frase! Posso?)

E quanto a isso, eu não posso dizer nada. Nem sequer refutar! Quem me conhece sabe que eu sou um valente nédio...

(Percebem agora o porquê desta entrada? Era só para usar a palavra "nédio", dando assim a [falsa] imagem de que eu sou um conhecedor profundo da nossa língua!)

 

Dada a minha proeminente barriguinha, sou obrigado a conformar-me.

Já tentei de tudo: Comer menos, comer só saladas, correr ao final do dia...

Resultados: Nada.

Continuo a pesar 65 kg, para 1,73 metros de altura.

(Nunca pensei ter um discurso tão anorético... O que eu faço por este blog!)

 

Eis que encontro no SAPO o link para o site que eu preciso neste momento! O site chama-se SLife, e a sua frase de promoção é "o seu ginásio online.". (O link? Estão a pedir o link? Bolas, está aqui, não é preciso chatearem-se.)

Estava mesmo a precisar de um ginásio online, para poder fazer exercício em frente ao computador. Eu e toda esta comunidade de escritores de blog, cuja grande maioria é tão farta quanto eu!

 

Parece-me lógico o conceito deste site. Lógico e oportuno!

Porque todos os utilizadores da internet, quando se sentam em frente à secretária, pensam apenas numa coisa: Exercício físico.

Só isso nos faz vir à internet.

Então e quando nos apetece informar acerca do que se passa no mundo? Vestimos o fato de treino e vamos correr lá para fora, para o mundo. Ver o que se passa in situ.

 

A promoção à prática de exercício físico tem vindo a aumentar. Aliás, até já vi malta a demonstrar como se fazem alguns exercícios na Praça da Alegria, nas manhãs da RTP.

São momentos televisivos de rara qualidade e primor técnico, onde temos a oportunidade de ver um senhor com cara de cansado após ter saltitado durante dois minutos.

Depois disto, vemos um jogo do Sporting e, no final, o Polga está sempre com um ar de quem esteve no sofá os últimos noventa minutos.

Quem é o falso: O Polga ou o senhor ginasta da Praça da Alegria?

(Nota: talvez nenhum deles...)

 

Mas se há coisa que me apetece agora é afastar a cadeira da secretária, ir até ao SLife e começar a saltar aqui em casa.

Até porque esta moda de praticar exercício físico com aparelhos informáticos por perto já não é nova.

Se bem se lembram, foi Paris Hilton quem inaugurou esta modalidade, usando aparelhos de gravação de imagens.

 

Chegará o dia em que os computadores nos dirão tudo o que devemos fazer. Inclusive respirar.

Inspira.

Expira.

Inspira.

Expira.

Inspira.

Expira.

 

Nesse dia, eu irei mostrar ao mundo as minhas seis linhas de texto anteriores a esta e dizer que fui o pioneiro nesta coisa.

Ficarei tão rico que não mais voltarei a escrever "blog", mas sim "blogue".

É mais chique.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: bem longe da linha.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Last Shadow Puppets - The Age Of The Understatement


Segunda-feira, 24 de Março de 2008
Eu leio uma espécie de "Maria" sobre pessoas inteligentes.

O meu telemóvel trazia um manual de instruções. O meu computador trazia um manual de instruções. O meu afinador de guitarra trazia um manual de instruções. A minha calculadora trazia um manual de instruções.

Sabem quantas frases li em cada um destes manuais?

Nenhuma.

 

Não quero com isto dizer que sou um ser extraordinariamente inteligente e com uma capacidade fora do normal para aprender sozinho a trabalhar com os mais variados utensílios. Até porque se for essa a explicação para o facto de eu não pegar nos manuais de instruções, então todos nós, portugueses, somos extraordinariamente inteligentes e temos uma capacidade fora do normal para aprender sozinhos a trabalhar com os mais variados utensílios.

 

Porque todos (mas mesmo todos) nós ignoramos o manual de instruções.

E só pegamos nele quando pensamos algo semelhante a:

Epá, acho que isto não era para retirar do resto do aparelho… Parece-me que já parti alguma coisa. Deixa lá ver o manual…

 

O que me leva a concluir uma coisa: nós não gostamos de ler sobre algo com o qual convivemos no dia-a-dia.

Eu acho isto lógico, mas ainda assim vou tentar ser mais claro.

Reparem: Eu preciso de calculadora quase todos os dias. Assim sendo, quando a comprei, atirei-me logo a ela, ignorado o que sobre ela se escreve no manual de instruções.

Do mesmo modo, Mário Soares também não deverá de gostar de ler sobre a sesta…

E o raciocínio é linear: se temos de conviver com algo no dia-a-dia, no tempo livre que nos resta o que sabe bem é ler sobre algo ao qual não estamos expostos no horário de trabalho. Aliás, só isso explica o facto de o estimado leitor estar a visualizar isto agora. Aposto que no seu trabalho não há textos enfadonhos e parvos… A não ser, claro, que trabalhe com os discursos de Luis Filipe Menezes.

 

(Vamos partir do princípio que ninguém me lê durante o horário de trabalho. Há tempos o sitemeter havia registado uma entrada neste blog às 12:23 de uma quarta-feira e o IP era do Banco de Portugal… Suponhamos então que no Banco de Portugal não se trabalha às 12:23, está bem?)

 

Digam-me, caros leitores: não acham isto lógico?

 

Bom, até este ponto, encontro-me apenas a interpretar factos. E isso, diga-se, é um trabalho demasiado sério para um blog tão idiota como este. É então tempo de eu puxar das minhas credenciais de idiotice e criar a minha teoria, naturalmente pouco fundamentada e facilmente refutável.

 

Eu acho, sinceramente, que o inverso dos factos apresentados em epígrafe também se verifica.

Ou seja: nós gostamos de ler sobre coisas com as quais não convivemos. Ou então, de uma forma mais humana, gostamos de ler sobre coisas que não temos e gostávamos de ter um dia.

 

Pensem comigo:

Só lê revistas sobre destinos turísticos quem nunca lá foi e que gostava de lá ir um dia… Certo?

Só vê revistas de arquitectura de interiores quem tem a casa pelo avesso e gostava de um dia a remodelar… Certo?

Eu diria mais: Só vê o kamasutra quem não costuma conviver muito com pessoas do sexo oposto… Não é?

 

Eu acredito nisto. Pode ser uma crença idiota, mas isso só vem demonstrar o quanto coerente eu sou.

 

Só espero que esta teoria falhe em relação aos leitores da Caras. Espero bem que ninguém queira ser como José Castelo Branco ou Lili Caneças…


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: idiota. E esta, hein?
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Rita Redshoes - Once I Found You


'sussure alguma coisa ao ouvido do Dias:

'se quer saber onde raio anda o tal artigo que ouviu falar, procure aqui:
 
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'apesar de frequentarem blogs muito maus, o Dias sugere-vos estes:
'coisas muito mal escritas, mas bastante recentes

' Sem título.

' E se eu não tivesse tempo...

' O nome "Vigor" pode mesmo...

' O fim das bolachas Maria.

' Se está farto de mulheres...

' Adorar vacas pode, afinal...

' Eles não gostam de nós.

' Não leia isto para bebés.

' Levante o pé.

' Contem-me uma melhor.

' Alto e pára o baile!

' Um casamento garante-te n...

' Já que a Bolsa não dá nad...

' Um dia não me lembrarei d...

' "Olha, queres uma pastilh...

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' Caros Leitores

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' Vai um copo?

'porque um blog com um arquivo é sempre uma coisa muito gira
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