Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
Frases sim, mas com nível... Pode ser?

Hoje reparei numa coisa: Todas as pessoas que eu conheço usam o Messenger. O do MSN, mais precisamente.

Vá, talvez não sejam todas... Afinal, eu já trato o arrumador de carros aqui da rua por tu.

 

Ainda assim, é incrível como esse meio (Ou deverei dizer "este", porque enquanto escrevo isto tenho o meu Messenger aqui em baixo?) se expandiu tão rapidamente e se tornou tão familiar como o Telejornal às 20 na RTP. Todos os dias.

 

Os ministros do actual Governo, por exemplo: aposto que têm todos Messenger. Têm de ter! E estou a imaginá-los a conversar entre eles...

 

"Pinho diz:

Epá, hoje consegui passar o dia sem dizer nenhuma gaffe.

Teixeira dos Santos diz:

Aí está a tua gaffe, pá: O dia ainda não passou! Ainda tens a tarde pela frente!

Pinto diz:

Então mas... Eu estou na cama! Estás-me a dizer que não são 11:30 da noite?

Teixeira dos Santos diz:

Não, pá... São 11:30 da manhã!"

 

Eu até dizia que os jogadores de futebol também usam Messenger, mas esses são de outro campeonato. Em tudo. São de outro campeonato no que toca a ordenado, no que toca a mulheres e no que toca a inteligência.

 

Longe vão os tempos em que, para D. Pedro expressar o seu amor a Inês de Castro de forma poética, lhe enviava uma mensagem romântica na perna de um pombo.

Hoje em dia, tudo fica mais fácil.

Basta escrever "goxto mto de ti" na frase do MSN!

É sobre isso mesmo que vos vou falar de hoje: frases de MSN.

 

Já existe alguma ciência à volta disto? Já existe algum estilo literário criado em específico para as frases de MSN?

São 129 caractéres, amigos, 129 caractéres. Ainda não existe uma lista de frases ideiais para colocar em tão curto espaço?

 

Eu confesso que gosto de, ocasionalmente, perder algum tempo a analisar as frases de MSN que surgem entre os meus contactos.

Na verdade, existem vários tipos de frases que as pessoas em geral colocam no MSN.

 

Há os românticos, aqueles que vivem loucamente apaixonados por alguém e que gostam de escrever isso na frase do MSN. E essa expressão de amor, perdoem-me a ironia, é linda.

Não há coisa mais sincera que dizer ao mundo que se ama alguém e que esse alguém já está conosco há "não-sei-quanto-tempo".

Sim, há pessoas que escrevem o tempo de namoro na frase de MSN.

Como se houvesse um campeonato de tempos de namoro. Um ranking.

 

Namorados de Portugal, querem um conselho meu?

(Eu sei que não querem, mas ainda assim...)

Expressem o amor de outra forma. Não sei... Ao vivo, que acham? Quando estão juntos... E que tal, em vez de discutirem, viverem o amor? E depois discutiam no MSN, sempre tinha mais piada...

 

É que os vossos amigos, acreditem, não estão muito preocupados em saber há quanto tempo estão juntos. Vá, quando é hora de cusquices, dá jeito. Mas em dias comuns, esse dado é... Como dizer? É inútil!

 

Depois também há aquelas pessoas que escrevem, de forma directa, que gostaram imenso de um determinado evento. E aqui, eu tenho que dizer uma coisa: há eventos que merecem destaque. Vamos supor: eu fui ver uma vitória do Benfica. Isso merece estar destacado na minha frase de MSN! Afinal, não é todos os dias que o Benfica ganha... Nem todas as semanas... Nem todos os meses!

 

Mas se a festa... Se a festa foi aquela que acontece todas as semanas no mesmo local, à mesma hora... Não vale a pena. Na verdade, se a festa é assim tão frequente, grande parte dos contactos já esteve lá presente. E se não esteve foi porque não quis, não vale a pena fazer-lhe inveja.

 

Também há quem coloque na sua frase de MSN piadas. Piadolas secas, piadolas inteligentes ou então meras observações pretinentes sobre a gravata de alguém.

Neste campeonato, apraz-me dizer que é muito perigoso entrar nesse jogo. Porque há sempre quem não perceba as piadas.

Convenhamos: todos nós temos uma pessoa, aquela pessoa, que nunca percebe nada à primeira no nosso MSN. Não temos?

Se algum de vocês não tem, adicione: ruth_marlene_81@msn.com

(Nota: como é apanágio do escritor deste blog, o contacto mencionado acima foi gerado totalmente ao acaso. Na verdade, Ruth Marlene não deve usar muito o computador. Ignorância? Talvez, talvez...)

 

Há também aqueles que escrevem na frase do seu MSN um pensamento. Quase um ditado tibetano, daqueles cheios de sabedoria.

Não é mal jogado: Dá-se a imagem de ser amigo e de ter algo a dizer. Mas pode não ser muito seguro quando alguém não concorda com esse pensamento. Vamos supor que o pensamento é:

"Antes de dares um passo, pensa um bocado. Para não teres de voltar atrás nas decisões."

No caso de terem o Primeiro-Ministro no vosso Messenger, esta frase pode entrar em conflito com o senhor.

 

E há, por final, quem coloque nas frases do MSN frases retiradas de músicas. Músicas que estão no ouvido, músicas que estão na moda ou então simplesmente músicas de que se gosta.

É bem pensado. Eu próprio o faço de vez em quando, quando não quero declarar o meu amor a ninguém.

Mas, caros utilizadores de MSN, tenham cuidado com a frase de música que escolhem para o vosso Messenger.

Editors? Tudo bem.

The Last Shadow Puppets? Pode ser.

Bloc Party? Bom gosto!

Franz Ferdinand? "Bolas, não sabia que gostavas!"

Arctic Monkeys? Bem jogado!

The Strokes? Ok, eu meto conversa!

 

Mas... Rodrigo Menezes? Tenho de achincalhar, claro está.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: sem frase no MSN.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Tapes'n Tapes - Hang Them All


Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
Uma maçã em cima de cada carro.

Todos os dias, algo novo.

Esta coisa da evolução dá-nos as voltas ao cérebro.

Dizem eles que é para nos facilitar a vida! Não, não é.

É para nos confundir a toda a hora!

 

Porque é que eu aprendi a usar os telefones fixos de disco se hoje até efectuo chamadas recorrendo à activação por voz?

Porque é que eu aprendi a fazer contas à mão se hoje em dia o Excel, essa ferramenta poderosa, faz tudo? [Private joke’s around.]

Para que ouvi e vi eu Britney Spears no início da sua carreira se entranto mudei de gostos musicais e ela se tornou numa drogada que não sabe conduzir?

 

É engraçado reparar que a família Spears está destinada a não se dar bem com carros. Em menos de um ano, as duas irmãs Spears tiveram acidentes dentro de carros, sendo que o acidente de Jamie Lynn foi no banco de trás.

 

Mas, falava eu da evolução…

Também no mundo das armas existe este dilema: todos os dias surge algo novo.

Se há 50 anos a arma de serviço nas casas portuguesas era a palma da mão do homem da casa, hoje em dia são os filhos quem possui os telemóveis, essa eterna arma de arremesso que nas salas do Carolina Michaelis podem deixar a mais profissional professora indefesa.

 

Parece-me que a evolução no mundo das armas tira a piada à coisa.

Convenhamos: uma arma serve para matar uma pessoa, ou pelo menos atordoá-la, quando por um motivo em especial existe divergência de opinião entre duas pessoas.

Nesses casos, eu sou adepto da tradicional batatada. Ou então, de algo mais arcaico, onde os intervenientes da pancadaria tenham de mostrar a sua destreza.

 

E eu sei que não estou sozinho nesta linha de raciocínio. (Vejam a notícia.) Loren Two Bulls, da cidade de Rapid City, acha o mesmo. E, como tal, foi recentemente para a rua atacar carros em movimento com… Arco e flecha! O Robin Hood dos tempos modernos.

Eu acho a ideia interessante.

Mas, para o fazer, segundo o que explanei em epígrafe, Loren e os condutores que por ele passavam tinham de se encontrar em divergência de opiniões.

É neste ponto que a notícia falha e que eu, como qualquer tablóide, dou largas à minha imaginação.

 

A meu ver, condutores e Loren estão em desacordo em relação à forma como os condutores se deslocam. Porque quem se chama Two Bulls só pode querer concorrer com os melhores meios de transporte deste mundo. Nada melhor que um carro de dois bois, claro!

E Loren, como não gosta cá de mariquices, vai para a guerra como no tempo de D. Afonso Henriques: de arco e flecha.

Arco e flecha que, como é sabido, está a cair em desuso…. Qualquer dia nem o Cupido o usa!

 

Foi, sem dúvida, uma óptima ideia, caro Loren.

Tem o meu apoio! Porque partilhamos a mesma visão em relação á evolução das armas!

Partilha esta que, para o meu lado, é preocupante.

Quem, em estado sóbrio, concorda desta forma com alguém exageradamente embriagado, só pode merecer a atenção dos seus leitores.

 

Deixem-me palavras de preocupação, se acharem necessário.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: embriagado como Loren?
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Editors - Blood


Terça-feira, 22 de Abril de 2008
É possível alguém amarrar-se a si próprio de forma eficaz?

Antes de mais, a notícia. Aqui.

 

Um senhor foi encontrado amarrado na cave da sua casa, com a casa a arder, e afirma à polícia que se encontrava naquele estado de livre vontade.

Penso que este senhor devia divulgar ao mundo que substâncias inala, pois muitos fãs de Snoop Dogg iriam gostar de andar tão pedrados.

 

É óbvio que este senhor de 55 anos de Crystal Lake está a esconder-nos alguma coisa.

Ou será que ele andava mesmo com desejo de ver a sua casa a arder, amarrado na sua cave?

Eu não tenho este desejo, confesso. Mas se tivesse, tornar-me-ia rival de Elsa Raposo nessa arte que é a destruição de lares.

 

Eu não quero ser preconceituoso, mas aposto que este senhor de que vos falo é da Greenpeace. Porque só naquela organização é que se acha que a solução para os problemas deste mundo está em amarrar-nos a alguma coisa.

 

O que ninguém deve ter dito a este senhor, porque a sua paz era mais verde que a de Dalai Lama e vinha enrolada em mortalhas, é que o problema dos incêndios lá em casa não se resolve desta forma.

Também não se pode resolver com água, pois a Greenpeace quer a todo o custo poupá-la.
Com extintores nem pensar, que aquilo é só material químico!

Bom, se calhar ele só se amarrou depois de ter percebido que não tinha hipótese nenhuma para mitigar tal incêndio.

 

Só mesmo malta desta para se amarrar sozinho.

Eu nunca me amarrei. Nem tenciono fazê-lo! A liberdade de movimentos é tão gira!
E amarrar alguém como eu é desperdiçar recursos (entendam-se as amarras como um recurso): eu não faço mal a ninguém.

Já amarrar Cláudio Ramos, bom… Isso é outra conversa.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: desamarrado.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Last Shadow Puppets - Meeting Place


Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
Os amigos de Maia também vão à guerra.

Confesso que não conheço o México.
E o pouco que conheço desse país só o descobri quando o Benfica contratou o Fonseca.
Fiquei a saber então que no México não se formam grandes pontas-de-lança.

 

Há, no entanto, uma séria de imagens às quais todos nós associamos o México: os chapéus grandes (os sombreros!), os cactos no meio do deserto, as malaguetas ou o Coyote atrás do Road-Runner.

Eu sempre achei que o México, com todas estas características, era capaz de ser um país muito interessante. No entanto, surge a elementar questão: é possível um país ser assim tão interessante e, mesmo assim, haverem emigrantes ilegais provenientes desse mesmo país que todos os dias tentam a sua sorte nos Estados Unidos?

 

Durante muito tempo estas questões assolaram-me a mente. Tais questões esvaneceram-se recentemente, quando li esta notícia.
Depois desta notícia, o que eu acho é que os mexicanos não se sentem seguros no seu país.
Em Portugal aconteceu o mesmo há umas décadas, quando reparámos que o país era governado por um senhor que até com uma cadeira perdia a guerra.

Ele não se sentava de forma segura.

Não se vivia de forma segura.

 

A notícia diz-nos que cerca de 100 agentes da polícia mexicana foram atacados por… Abelhas!
Sim, abelhas! Durante um treino de tiro!
Como querem as forças de segurança mexicanas acabar com o problema do tráfego de droga quando, na verdade, até com um enxame de abelhas perdem?

 

Traficantes deste mundo, se não querem que a polícia vos chateie durante os vossos negócios, treinem um bom enxame de abelhas e vistam-se como qualquer corriqueiro apicultor!
Até porque o fato de apicultor deixa o ser humano mais próximo da condição de extra-terrestre, condição essa que, a meu ver, assenta bem no perfil do traficante de droga.

 

Diz a notícia que as três vitimas mais graves são 3 mulheres, que tiveram inclusive de ser assistidas no local.
E é este o facto mais estranho desta notícia: Sendo mulheres no meio militar… Não deveriam estar habituadas a umas boas picadelas?


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Longe de abelhas.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Killers - Sam's Town (Abbey Road Version)


Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Ai destino, ai destino.

Como é sabido por todos nós, todos os dias embatem na nossa atmosfera imensos meteoritos que, pela diminuta dimensão, se desintegram e acabam por chegar aos nossos pés em pó.

(Ok, talvez nem todos saibamos isto.)

 

É a lei da Natureza. E é a única forma do nosso planeta ganhar massa.

No fundo, a Terra engorda à custa disto!

Se tudo continuar neste ritmo, a Terra um dia pesará mais que a Simara.

 

Porque a Simara, vistas bem as dimensões é um planeta, que vem a seguir a Vénus, esse planeta com nome de Deusa do Amor.

Simara e Vénus, lado a lado: o antagonismo no seu esplendor.

 

Relembrando: Comecei este artigo a falar de meteoritos. E, na verdade, não foi por acaso.

Talvez porque tenha lido uma notícia qualquer no Daily Mail. Ou então sou apenas um maluquinho por astronomia, com óculos de elevada graduação, pouca vida social e contactos muito raros com pessoas do sexo oposto, aos quais chamo "Encontros do 3º Grau".

 

(Se repararam, estava um link ali em cima, o que pode significar que li mesmo uma notícia e que a segunda opção apresentada em epígrafe era pura idiotice. Na verdade, uso óculos. Pensem nisto.)

 

Ora, a notícia que li diz-nos que a casa de Radivoje Lajic, da Bósnia, já foi atingida cinco vezes por meteoritos. Cinco!

Sim, porque alguns dos meteoritos que atingem a nossa atmosfera não se desintegram completamente, acabando por cair na superfície terreste.

(Vêem como eu percebo de astronomia! Serei um maluquinho?)

 

Como é sabido (ou então não é, mas eu sei), a probabilidade de se ser atingido por um meteorito uma vez na vida é muito, muito remota. Portanto, ser atingido cinco vezes é uma coisa ainda mais complicada, ainda para mais quando estes cinco acontecimentos aconteceram em menos de meio ano!

 

O que acha então Radivoje, morador da vila de Gornja Lamovite?

Simples: Ele está a ser atacado por extraterrestres.

Lógico, simples e, acima de tudo, estúpido.

Porque eu vejo o José Castelo Branco na televisão e percebo que ele não tem nada contra Radivoje.

 

Mas esta notícia do Daily Mail diz ainda mais: as cinco quedas de meteoritos ocorreram todas em tempo de chuva intensa, e nunca quando havia céu limpo.

E foi aqui que pensei: será que esta história não é toda uma treta?

Aparentemente, não. Porque a Universidade de Belgrado confirma que o que Radivoje recebe lá em casa são meteoritos, e não vulgares pedras atiradas por crianças que apenas sentem a saudade dos bombardeamentos de outros tempos.

 

Desta feita, sinto-me tentado a acreditar na teoria dos extraterrestres.

Mas...

Porque quererão eles aniquilar Radivoje quando neste mundo ainda vive alguém chamado Hu Jintao?

 

[Ao longo do presente artigo demonstrei ser conhecedor do assunto "Astronomia". Na verdade, recorri a um belo truque, muito usado lá para os lados de Queluz de Baixo, que se baseia no seguinte: dar a entender que se domina um assunto muito vasto quando, na realidade, se leu apenas dois parágrafos sobre o mesmo. Lógico, simples e, acima de tudo, estúpido. E é a segunda vez que uso esta expressão neste artigo, o que pode significar muita coisa.]


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: amigo dos ETs.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Bad Plus - Tom Sawyer


'sussure alguma coisa ao ouvido do Dias:

'se quer saber onde raio anda o tal artigo que ouviu falar, procure aqui:
 
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