Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
Um novo lote para a Sical?

O hábito de beber café é, a meu ver, dos mais dignos da nossa sociedade.

"Malta, ouvi dizer que isto tem cafeína, e que nos acorda como mais nada, deixando-nos um estado de hiperactividade moderada!"

"Porreiro, pá! Toca a beber disso para irmos trabalhar!"

"Porreiro, pá! Toca a beber disso para podermos ficar acordados até às 4 da manhã a dançar!"

 

É quase um acto religioso: A seguir à sobremesa, um café e a conta, se faz favor.

A conta quase não dá conta de si se for sozinha. O café faz-lhe sempre companhia.

Porquê? Porque é que o café não ficou nas montanhas da Etiópia para toda a eternidade?

 

Mas o melhor é que a Humanidade já não se contenta com o simples café.

Não.

Agora já temos o café suave, o café ácido, o café espesso.

Porque o café não é todo igual.

E nos últimos dias, um novo aroma de café surgiu no Iowa.

 

(A hiperligação para a notícia, para variar, não está aqui. Há-de aparecer lá para o final deste artigo.)

 

Caros leitores, e que tal um café... De morcego?

É verdade, sim. E a notícia vem no MSNBC.com.

Uma senhora do Iowa viu um morcego passear-se pela sua casa e não se preocupou com isso.

O que acaba por ser otário: Quem é que vê um morcego em casa e não faz nada?

Ninguém no seu perfeito juízo, pois claro!

Se eu visse um morcego, seguir-lhe-ia o rasto até ele me mostrar onde estava estacionado o BatMobile dele!

 

O azar da senhora do Iowa é que o morcego acabou por achar o filtro da sua máquina de café um excelente sítio para pernoitar.

Surpreendido deverá ter este ficado quando, na manhã seguinte, o duche de água quente que lhe fora prometido na recepção tinha uma temperatura demasiado elevada.

E a senhora, continuando a ignorar os sinais de morcego que à sua volta abundavam, lá bebeu a água que vinha do cifão do duche do morcego.

 

A que saberá um café de morcego?

Apenas a pêlo ou algo mais?

É a questão que aqui deixo.

Aliás, a que sabe um morcego? A um rato com asas?

Vamos todos à Coromoto pedir um gelato com sabor a morcego?

Vamos pois!

 

A senhora do Iowa está em exames médicos, para averiguar se não apanhou a doença da raiva.

Não me parece que tal tenha acontecido. O morcego não teve tempo suficiente para se enraivecer.

Pesquisem antes a doença da estupidez. Essa sim, o morcego sofria de certeza!

 

(Então e a hiperligação para a notícia? Está aqui, como prometido.)


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Sem cafeína no sangue.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Deolinda - Clandestino


Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008
Take a drive on the boys' side.

Todos os desportistas têm manias. Todos, sem excepção.

Eu, por exemplo, tenho uma bússola na minha mesa de cabeceira.

E o Cristiano Ronaldo tem a sigla dele na matrícula do carro.

Tivesse eu o ordenado dele e também colocaria uma bússola na matrícula do meu.

 

Estas manias, no entanto, têm um motivo: os desportistas querem dizer ao mundo que os rodeia que, na verdade, praticam desporto.

Eu tenho uma bússola na minha mesa de cabeceira para dizer às amigas que me visitam que eu me oriento muito bem...

E o Cristiano Ronaldo tem aquela matrícula para dizer que, fora de campo, é bastante parecido com o Toy no por mim intitulado "bimbometer"...

 

Todos queremos mostrar ao mundo que de vez em quando trabalhamos o físico!

Nós, desportistas, saimos do sofá com regularidade.

E, acima de tudo, podemos comer pizzas, hambúrgueres ou batatas fritas, sempre acompanhadas de Coca-Cola normal.

Tudo isto, para a inveja de Valentina Torres, sem engordar!

 

No entanto, como em tudo há exageros. Desta feita, a história vem do estado norte-americano da Georgia.

(A notícia vem reportada no chattanoogan.com, e podem lê-la aqui.)

Numa só frase: os habitantes de Lookout Mountain querem que o poder local autorize a circulação de carrinhos de golf nas vias públicas!

E os motivos que a notícia apresenta são muitos.

Mas estou em crer que o motivo real é só um: os locais querem dizer ao mundo que jogam golfe!

 

Não sejamos retrógrados: chegou o tempo de termos um carro exclusivamente para ir ao pão. Porque não um caddy?

Não se percebe como é que o poder local de Lookout Mountain não aceitou imediatamente a sugestão.

 

Ou então percebe-se: Um carro de golfe não é muito seguro.

É muito leve, não tem protecções laterais, tem rodas muito pequenas e, pior que tudo, não tem cinzeiro.

Digamos que o caddy foi desenhado para andar na relva, sendo uma vergonha fora dela.

(Facto curioso: A frase anterior também se aplica a Cristiano Ronaldo.

 

O pragmatismo do Mayor Gifford é compreensível: a circulação de veículos tão frágeis obriga uma atenção redobrada por parte dos condutores dos outros carros que circulam na via.

Ainda assim, com o nome "Lookout Mountain", esta deverá ser uma localidade onde todas as pessoas andam com muita atenção.

 

Mas mesmo supondo que as pessoas não circulam com muita atenção nas ruas de Lookout Mountain... Haverá alguém com o desplante para chocar com o veículo de um senhor que pode andar armado com 14 tacos de golfe?

 

Não se metam com eles, a sério.

A gola obrigatória na modalidade não significa que todos eles sejam queques.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: A pé.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Apples in Stereo - 7 Stars


Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008
As strippers já tinham descoberto isto há muito tempo.

Esperem só um parágrafo.

Onde é que raio deixei o meu telemóvel?

Apre, não o encontro...

Só mais uma linha.

Já encontrei!

 

Bolas, cheguei a assustar-me!

Porque é que nós temos a mania de ter muitos bolsos na nossa indumentária?

A sério: Não chegavam dois bolsos apenas, nas calças?

Para mim chegavam.

Até porque se eu quisesse trazer muitas coisas atrás, pedia a uma amiga para meter as minhas coisas na malinha dela!

(Vá, amigas, não deixem de ser prestáveis agora que contei o segredo para andar sempre de mãos livres quando é preciso...)

 

A questão está no ar: Porquê tantos bolsos?

Podia aqui tentar uma teoria bem rebuscada, com base no sentido de arrumação que nos invade esporadicamente.

Mas de que me vale teorizar se entretanto descubro esta notícia?

("Qual, Dias?", perguntam-se os caríssimos leitores. A notícia que está nesta hiperligação.)

Laura McLaren, da Califórnia, inventou um sutiã com bolsos!

 

A partir de hoje, se estiverem ao balcão e virem uma senhora a colocar a mão no seu seio, não se armem em campeões... Está só a tirar a carteira, amigos!

Esta invenção acaba por matar dois doelhos de uma só cajadada: deixam-se as mãos livres e aumenta-se o tamanho aparente dos seios.

Ou seja, dentro de algum tempo todas as mulheres parecerão estar em fase de aleitamento dos filhos.

 

Ainda assim, levantam-se algumas questões: o tamanho dos bolsos é proporcional ao tamanho do sutiã?

Se assim for, será que o sutiã da Pamela Anderson terá parquímetro?

 

Apraz-me no entanto enaltecer que é urgente que esta notícia não seja divulgada! Eu próprio não a devia publicitar com este artigo!

E porquê? Porque se isto se tornar popular, dentro em breve os carteiristas vão começar a reparar que os bolsos andam vazios...

E, pior ainda, vão tornar-se nuns depravados que, ao verem um par de seios aparentemente maior, se agarraram a ele com unhas (mas sem dentes), pensando encontrar ali uma notinha de 10 euros!

 

Não, isto não se pode tornar público.

Ainda assim, vou querer estar na fila da loja de conveniência quando a Soraia Chaves quiser pagar algo e tiver as mãos ocupadas.

"Ó Dias, desculpa lá... Podias-me tirar a carteira d'aqui?"

"Com todo o... Prazer."


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: Com o telemóvel na mão.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: of Montreal - Requiem for O.M.M.2


Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008
Andar preferentemente antes de: Ver rótula.

(Este artigo prima, uma vez mais, pela sua estupidez. E começa logo no título!)

 

Nunca tive medo de ir ao médico.

Na verdade, se vou ao médico é porque estou mal de alguma coisa e quero melhorar.

E enquanto eles me receitarem Ben-U-Ron, tudo correrá bem.

O pior é se vou à clinica do Tallon e ele me receita a fivela do cinto...

 

Porque o médico só quer o melhor para o seu paciente, ao contrário do que o Tallon queria para a sua ex-mulher.

O que é uma profissão ingrata: Para trabalhar, o médico precisa de pessoas doentes. Mas ao curá-las, está a diminuir o seu mercado-alvo.

Estranho, não?

Será que era por isso que o Tallon dava com a fivela na mulher: Para ter trabalho na sua clínica de estética?

 

Ainda assim, há mais coisas estranhas à volta da profissão de médico.

Como a notícia que o Washington Post apresentou hoje no seu site.

(A hiperligação, algures por estas palavras.)

Um estudo canadiano concluiu que as operações aos joelhos são, regra geral, inúteis.

 

É um estudo pertinente, este: Se o joelho lhe doer, sente-se e espere que isso passe.

Quer ser operado? Não vale a pena, não irá ajudar...

Agora imaginem como o médico dirá isto ao paciente.

"Bom, o seu joelho não dobra e está com um problema no menisco... O que eu sugiro é que vá para casa, sente-se no sofá e leia o jornal. Sem cruzar as pernas, claro."

 

A meu ver, este estudo envolve interesses...

E porquê?

(Acalmem-se! Eu, num belo exercício de retórica, irei responder à minha própria pergunta.)

Porque toda a gente sabe que as pessoas que têm problemas nos joelhos costumam deslocar-se por meio de canadianas... Como tal, é do interesse dos canadianos que as pessoas mantenham essas dores!

 

(Repararam na deprimente observação que fiz no parágrafo anterior? As canadianas e tal... Muito mázinha a piadola, certo?)

 

Ainda assim, apraz-me dizer que este estudo é a prova de que nós, neste sudoeste europeu, somos bem mais desenvolvidos intelectualmente que esses cientistas da América do Norte:

Para eles concluirem que as operações aos joelhos são inúteis foram precisas 178 pessoas, cuja observação durou 2 anos.

Nós, aqui em Portugal, apenas precisámos de ver o Mantorras.


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: de perna cruzada.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: of Montreal - Disconnect the Dots


Terça-feira, 9 de Setembro de 2008
Se isto for lido para um cão, eu sentir-me-ei realizado.

Muitas foram as vezes que me cheguei à frente neste blog para, de forma simples e gratuita, achincalhar algo.

Não pensem que vou deixar de o fazer! Não!

Afinal achincalhar é giro, e num país em que existe Jerónimo de Sousa, achincalhar é quase uma obrigação.

 

Mas hoje, para matar a monotonia, vou demonstrar todo o meu apreço e respeito por uma espécie animal: o cão.

Diz a sabedoria popular que o cão é o melhor amigo do Homem.

E eu não poderia estar mais de acordo!

Com tanto cão a usar camisolas, calçado ou penteados esquisitos, fica claro que o cão é um excelente companheiro, pois nele muitos seres humanos aliviam as suas patologias mentais.

 

Ainda assim, o cão não se cansa de ser bom amigo.

Atentem nesta notícia do TCPalm. (A hiperligação... Aqui.)

Em Fort Pierce, no estado norte-americano da Flórida, os cães fazem parte de um programa de leitura para crianças, desempenhando o papel de... Ouvintes.

O que pode funcionar muito bem, até ao momento em que as crianças decidam ler Paulo Coelho.

 

Se lerem bem a notícia, a intenção é gira: é para as crianças melhorarem as suas capacidades de leitura, especialmente ao nível da confiança.

No entanto, há uma coisa que eu não percebo: Tudo bem, as crianças lêem mal. Mas... O que é que isso influencia na vida delas? Nada!

Tantas e tão boas pessoas chegaram longe sem saberem ler de forma correcta.

E se duvidam do que vos digo, liguem a vossa televisão amanhã quando o Portugal em Directo começar.

Se repararem bem, Dina Aguiar parece estar ainda a aprender a ler.

 

Como é sabido, eu não sou particularmente bom em coisas relativas à biologia, mas... O ouvido canino não é lá grande coisa, pois não?

O que eles sabem é cheirar! Cheiram como uns doidos!

(Ainda assim, não o suficente para encontrar a Maddie.)

O que eu acho é que o cão, inteligente como sempre, aproveita-se da sua fraqueza de audição e arma-se em bom ouvinte.

E o ser humano, ingénuo como sempre, apelida-o de "O melhor amigo do Homem".

 

Apraz-me no entanto dizer que a educação canina é um aspecto importante.

Estou a imaginar os cães a comentarem entre si as últimas obras literárias que lhes leram...

"Epá, ontem leram-me um livro de Dan Brown. Aquilo sim, é só mistério e tal!"

"Sorte a tua... Ontem leram-me Saramago. Aquilo até soa giro, mas a coitada da criança parece que não atinava com as vírgulas!"


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: apenas a ler para mim.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: The Airborne Toxic Event - Papillon


'sussure alguma coisa ao ouvido do Dias:

'se quer saber onde raio anda o tal artigo que ouviu falar, procure aqui:
 
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' Sem título.

' E se eu não tivesse tempo...

' O nome "Vigor" pode mesmo...

' O fim das bolachas Maria.

' Se está farto de mulheres...

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' Eles não gostam de nós.

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