Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Comam pipocas enquanto lêem isto.

Após uma fatigante semana, de trabalho árduo (ou então não, no caso dos funcionários públicos), o que é que sabe mesmo bem?

Aposto que entre quem me lê surgirão as mais diversas respostas…

E se cada um tiver uma resposta diferente, só com esta brincadeira já temos três opções distintas.

 

Ao fim-de-semana, uns procuram diversão, outros descanso, e outros, os benfiquistas, a angústia.

Mas haverá, com certeza, quem ao fim-de-semana goste de ir ao cinema.

O cinema, bem vistas as coisas, é algo que responde às necessidades de todos nós: Os mais alternativos podem ver os filmes do Cinema King; os mais parvos podem ver os filmes do Rob Schneider.

 

Aliás, arrisco a generalizar isto a todos nós: caros leitores, não há nada como um bom filme ao fim-de-semana, acompanhado por um balde de pipocas, pois não?

Calma. Pipocas? Quem é que terá tido a brilhante ideia de comer pipocas no cinema?

Aposto que foi um português, quando lhe pediram para ver um filme do Manoel de Oliveira.

 

As pipocas de cinema. Tão pequenas, tão quentes, tão ternamente dispostas de forma aleatória num balde de papel.

Na verdade, o mercado das pipocas no cinema tem evoluído pouco desde a sua génese.

Afinal, o que é que falta adicionar a uma pipoca que já é estaladiça e bem docinha?

A minha resposta: Nada.

A resposta de Cary Silverman, de Kansas City (EUA): Álcool.

(A notícia, se eu ainda estiver sóbrio, encontra-se nesta estonteante palavra.)
 
Sim, caros leitores, houve alguém neste mundo, com demasiado tempo livre, que inventou pipocas com álcool, que podem embriagar o comum dos mortais.

Aparentemente, uma pipoca com álcool está para a pipoca normal como o Mon Chéri está para o bombom de chocolate normal.

No entanto, no caso do Mon Chéri, a adição de licor de cereja dá ao conjunto final um requinte que só Ambrósio ainda não descobriu.
 

 

Já a pipoca com álcool parece-me relativamente parva.

No entanto, reconheço-lhe utilidade: Com pipocas destas, os filmes do Steven Seagal podiam parecer interessantes ao público em geral.

 

Eu digo mais: Com pipocas destas, até o Joaquim de Almeida ganhava um Óscar!

(Ok, se calhar exagerei...)


há tanta coisa gira para fazer neste mundo, mas o Dias optou por escrever isto pois não tinha nenhuma amiga com ele e encontrava-se: OK.
enquanto o Dias escreveu este artigo, apesar de pequenas, as suas orelhas ouviram isto: Franz Ferdinand - Better In Hoboken


'sussure alguma coisa ao ouvido do Dias:

'se quer saber onde raio anda o tal artigo que ouviu falar, procure aqui:
 
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'apesar de frequentarem blogs muito maus, o Dias sugere-vos estes:
'coisas muito mal escritas, mas bastante recentes

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' E se eu não tivesse tempo...

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' Não leia isto para bebés.

' Levante o pé.

' Contem-me uma melhor.

' Alto e pára o baile!

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