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há Dias assim...

Há dias históricos, banais, marcantes, deprimentes, excelentes, maus, magníficos, secantes, fantásticos, desinteressantes e, quiçá, bons. E depois também há Dias assim... Se gosta de Dias assim, parabéns. Está no blog certo.

Há dias históricos, banais, marcantes, deprimentes, excelentes, maus, magníficos, secantes, fantásticos, desinteressantes e, quiçá, bons. E depois também há Dias assim... Se gosta de Dias assim, parabéns. Está no blog certo.

há Dias assim...

01
Jul07

Uma sugestão musical.

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Nos últimos tempos muita música tem surgido nessas prateleiras nacionais. E eu, como todo o aplicado estudante, não tenho tido grande tempo para dar a devida atenção a todos esses bons àlbums que têm sido lançados. Já ouvi, por exemplo, o fantástico “Shangri-la” dos WrayGunn...
Mas há um àlbum que me desperta toda a curiosidade possível e que eu ainda não tive oportunidade de ouvir.
Esse àlbum chama-se “Rebelde” e é interpretado pela irrepreensível Ruth Marlene, aquela a quem José Miguel Teles apelidou, em plena VISÃO, de “A Britney Portuguesa”.

Para começar, a capa de “Rebelde” apresenta-nos Ruth Marlene numa pose lasciva e com pouca roupa... E, sobre isto, um apontamento para Ruth Marlene, que é leitora assídua do meu blog:
‘Cara Ruth
Não sei se ainda se lembra, mas você esteve no Big Brother. Como tal, apresentar-se ao seu fiel público (que geralmente se encontra embriagado) em trajes menores não é propriamente um acto rebelde. É, digamos, o prato do dia! Se quer mesmo  uma capa rebelde, arranje uma fotografia consigo a fazer bungee-jumping vestida de Pato Donald. Isso sim, já me parece minimamente rebelde.’
 
Percebe-se, no entanto, que Ruth Marlene tenha poucos trapos para uma sessão fotográfica. Isto porque esta senhora vive à custa dos lucros obtidos com a venda dos seus àlbuns... E é sabido que quando não se consegue vender mais que dez unidades no território nacional, é mais difícil subsistir...
 
Ainda assim, Ruth apresenta-se rebelde para o seu público! E o alinhamento do CD promete, senão vejamos. (Encontrei o alinhamento do CD num site em alemão, julgo, e onde dá para ouvir uma preview de 30 segundos!)
O CD abre com a faixa “Queres é Festa”, onde se pode ouvir:
Combinámos que à noitinha
Levavas-me a passear
Mas deixaste-me sozinha
A ver as horas passar.
 
Ok, esta quadra pode ter pouco de rebelde... Mas lembrem-se que estamos apenas na introdução! Secalhar, ficar sozinha a ver as horas passar é o motivo que leva Ruth a ser rebelde neste àlbum! Há, portanto, que agradecer ao amigo de Ruth que não apareceu naquela noite, pois se ele não lhe tem dado esta tampa, talvez não tivéssemos este àlbum...
 
Já a segunda faixa deste CD tem um refrão com uma energia contagiante, onde se pode ouvir:
Se bailares comigo e tocar este som
Encosta que é bom, encosta que é bom.
Se bailares comigo e quiseres o meu sim
Enconsta que é bom e eu gosto assim!
 
E aqui sim, Ruth apresenta o primeiro traço de rebeldia do seu àlbum.
Se bailares comigo” – Hum, ok.... Talvez não seja assim tão rebelde, dado a habitual presença de àlcool no sangue dos fãs de Ruth Marlene, agora...
e tocar este som” – Aqui sim, a rebeldia revela-se! Só mesmo um animador de festas muito rebelde é que escolhe uma música destas para por num baile, caramba!
 
A partir daqui, “Rebelde” promete ser um àlbum fantástico, ou não tivessem quatro das onze músicas a palavra “Amor” no seu título, sendo que há uma quinta música com um título em inglês que contém a palavra “Love”.
 
De destacar também o nome da nona trilha deste CD: “Anda Rebolar Comigo”. É algo fofo de se dizer a alguém, parece-me. Estou a imaginar o Carlos Castro a dizer ao ouvido de Manuel Luís GouchaAnda rebolar comigo”... Não obstante, julgo que Ruth Marlene não consegue dizer isto a ninguém. Simplesmente porque ela tem um ar bastante inocente, incapaz de fazer uma proposta destas a um qualquer indecente que na rua se passeie...
 
Fica aqui então a minha proposta: “Rebelde”, de Ruth Marlene.
E se entretanto alguém ouvir mesmo o CD, diga-me o que achou, que eu, na realidade, fico por aqui a ouvir outras coisas... Está bem?

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