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há Dias assim...

Há dias históricos, banais, marcantes, deprimentes, excelentes, maus, magníficos, secantes, fantásticos, desinteressantes e, quiçá, bons. E depois também há Dias assim... Se gosta de Dias assim, parabéns. Está no blog certo.

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há Dias assim...

16
Mar09

O mito que eu nunca consegui contrariar.

delta_unit

Por experiência, inocência ou então parvoíce, acho que a ciência funciona.

E por muito que esta ideia de explicar o universo através de contas e princípios universais possa soar a idiota, continuo a achá-la mais razoável que o que Ratzinger preconiza.

 

No entanto, a ciência tende para o falhanço quando procura explicar a natureza humana.

E porque é que isto acontece?

(Sim, adivinhou, caro leitor. Encontra-se perante mais um bonito exercício de retórica.)

Eu não acho que isso se deva à elevada complexidade do Homem, nem tão pouco ao facto de cada um de nós ter a capacidade de pensar por si próprio e de se abstrair, ainda que apenas aparentemente, da realidade onde se encontra, agindo assim das formas mais inesperadas.

Não.

Para mim, a ciência não explica decentemente o ser humano porque quem investiga a sério, na verdade, não tem grande contacto com os outros seres humanos.

 

E sim, eu sei que nem todos os cientistas usam óculos de elevada graduação, barba grande e camisa aos quadrados para dentro das calças.

Aliás, eu já acreditei que os cientistas podiam ser cool.

Mas depois surgem certos estudos que me fazem acreditar exactamente o contrário: os cientistas usam todos óculos de elevada graduação, barba grande e camisa aos quadrados para dentro das calças.

Estudos como este que agora vos reporto.

 

(E cujo link se encontra aqui.)

 

Um estudo encomendado pela seguradora Sheila's Wheels conclui que, para se arranjar para um encontro especial, uma mulher demora em média 23 horas e 45 minutos a preparar-se.

Perdoem-me, mas o que eu acho que acontece é que as mulheres quando marcam encontros com estes cientistas precisam de 23 horas e 45 minutos para se mentalizarem bem no sarilho em que se estão a meter.

 

Uma mulher quer-se arranjadinha num encontro, pois claro.

E elas arranjam-se, para bem da continuidade da Humanidade.

Mas, caros cientistas, elas não demoram quase um dia a arranjarem-se!

Pode parecer inacreditável, sim, que existam tão belos seres humanos, com atraentes curvas, tão distintas das nossas enquanto exemplares macho da espécie, mas elas existem.

Nomeadamente fora dos laboratórios onde os senhores cientistas passam os dias todos.

 

Apesar de fascinado pela coisa, nasci abençoado por não ser cientista, podendo assim ter encontros com mulheres.

E posso garantir a qualquer cientista, com base na observação, que elas não demoram um dia a prepararem-se para um encontro.

Ainda assim, isto pode querer dizer que, na verdade, nunca uma mulher considerou à partida um encontro comigo algo de verdadeiramente especial.

(Estou ciente dessa possível explicação e já meditei sobre ela e, perdoem-me o ego, conclui que não é muito correcta.)

 

As mulheres gostam de se arranjar, de se porem bonitas.

E nós agradecemos.

Na verdade até retribuímos da mesma forma, e é aí que o cientista falha.

Porque o cientista não se arranja.

Não tem tempo.

E depois afirmam que quem se arranja são as mulheres e os pederastas.

 

O estudo diz ainda que existe uma percentagem de mulheres que, antes de um encontro, vão ao solário, colocam botox ou até branqueiam os dentes.

É possível? Claro que sim.

Mas estou a crer que, no caso dos cientistas, nada disto acontece.

O que lhes pode acontecer é marcarem um encontro com uma mulher e ela, ao aperceber-se da situação onde se está a meter, contrata uma "acompanhante de luxo" para ir desempenhar o seu papel.

 

"Minha senhora, está muito diferente da fotografia que vi no seu Facebook!"

"Pois... Eu arranjei-me para este encontro, Sr. Einstein."

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