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há Dias assim...

Há dias históricos, banais, marcantes, deprimentes, excelentes, maus, magníficos, secantes, fantásticos, desinteressantes e, quiçá, bons. E depois também há Dias assim... Se gosta de Dias assim, parabéns. Está no blog certo.

Há dias históricos, banais, marcantes, deprimentes, excelentes, maus, magníficos, secantes, fantásticos, desinteressantes e, quiçá, bons. E depois também há Dias assim... Se gosta de Dias assim, parabéns. Está no blog certo.

há Dias assim...

13
Abr09

Este blog está em sintonia com o artigo.

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De onde surgem os assuntos abordados nas músicas?

É, claro, uma pergunta que deve ser colocada aos próprios músicos e não lançada para o ar num qualquer blog amador.

Mas eu cá não gosto de seguir as regras.

E só por causa das coisas ainda hoje hei-de passar um sinal vermelho.

Para mostrar ao mundo quem é o rebelde.

 

A música de Amy Winehouse virá da sua própria experiência de alcoólica, a de Jason Mraz dos seus problemas amorosos derivados do desvio acentuado do seu nariz, enquanto a de Tony Carreira virá de alguém que, de forma original, compôs de facto a música.

Mas no geral... Será que toda a música tem um fundamento?

Será que, um dia, Bob Sinclar estará mesmo junto com alguém?

Será que Rihanna tem mesmo um guarda-chuva grande? E se sim, porque não o utilizou à tempos como arma de defesa?

E o Venga Bus, existe mesmo ou é só um mito?

 

Às perguntas anteriores não sei responder.

Mas hoje aprendi que, afinal, a música "Blue (Da Ba Dee)" dos italianos Eiffel 65 pode ter algum fundamento.

Não que exista um planeta totalmente azul.

Mas é possível que o mundo de alguém seja azul, desde que esse alguém não saia de casa.

 

(E se eu não pusesse a hiperligação para a notícia? Era um charlatão, claro! E, mesmo gostando da palavra "charlatão", a verdade é que não o quero ser. Assim sendo, aqui está a dita.)

 

Uma casa pintada totalmente no mesmo tom de azul é a ideia do austríaco Arty Peter Kaschnig, arquitecto de profissão e curioso por saber qual o efeito psicológico em viver rodeado sempre da mesma cor.

Um estudo giro, que só não é original pois o estado de "viver sob a mesma cor" já se verifica há largos bons anos no campeonato português de futebol.

(Onde, curiosamente, a cor em questão é também a azul.)

 

Viver num mundo monocromático não me parece de todo idiota.

Deixaríamos de ter a dúvida sobre qual a cor da roupa a vestir, deixaríamos de julgar o estado da comida pela sua cor e, mais importante, deixaríamos de ficar com a cara rosada quando alguém diz algo sobre nós que não devia.

Porque esse, para mim, é o maior dos problemas desta vida de cores diferentes.

Num mundo todo da mesma cor ninguém saberia que eu tenho aquele crush por aquela jovem, nem tão pouco saberiam onde estávamos os dois naquela noite de festa, quando subitamente desaparecemos.

 

A meu ver, a ideia de Kaschnig até é boa, pois de certa forma até o prepara para o futuro, quando tudo à nossa volta for o azul do mar, cujo nível médio entretanto subiu por culpa do não cumprimento do Protocolo de Quioto.

Mas esta também poderá ter um efeito perverso.

Isto porque uma casa totalmente azul é um conceito que, a vingar e a espalhar-se a tudo o que criamos à nossa volta, poderá tornar a Humanidade numa espécie de "Blue Man Society".

E se três "Blue Man" já incomodam, imaginem o que seriam seis biliões de Blue Men (Agora sim, com o termo no plural.) a baterem em tubos de PVC.

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